sexta-feira, 4 de junho de 2010

TIRIRICA SE ENCONTRA! ... EM SALVADOR!

Tiriricanos de vários costados se reuniram no dia 29 em Salvador.
A festa foi animada como denunciam as fotas enviadas por Célia Morgana.
A turma está em forma e, tudo indica, teremos outra farra em 2011.












segunda-feira, 24 de maio de 2010

GAL PIRES E TIRIRICA

Agnaldo Pires, ou Gal Pires para o povo, era o maior historiador de Tiririca. Excelente contador de "causos", reunia ao seu redor inúmeros amigos para escutar as estórias divertidas de personagens locais.
Em 2007, Simone Fair, minha irmã, conversou com ele e registrou o seguinte:

O funcionário público Aguinaldo Almeida Pires (Gal), de 66 anos, também fala sobre eventos de nossa cidade: “Tivemos épocas aqui de ter duas bandas musicais, regidas pelo professor Américo Borges e Cantalício de Farias. Na Festa da Emancipação foi todo mundo ver o show dessas bandas. O povo, teve um comportamento de chave de ouro, alegres com o esforço do Major José Ignácio Pinto, que conseguiu emancipar Itiruçu. Na época estávamos como Estado Novo. Na mesma época de 30, ele, sendo de nacionalidade estrangeira (português) não podia ser candidato, ai ele passou a convidar Ludovico, só que o povo manifestou-se contra, por ele ter residência fixa em Jaguaquara. Aí foi onde teve as manifestações querendo Nena (Romeu Silva) – comerciante próspero aqui em Itiruçu. Quando o interventor Juraci Montenegro Magalhães disse que não tinha apoio e que não podia impor um governante sem apoio do povo. Veio a indicação de Romeu Silva (primeiro prefeito) e José Ignácio Pinto como Sub-Prefeito. Ele teve o apoio de um fazendeiro e compadre, proprietário da Fazenda Tiririca, que facilitou as terras para as construções de casas e escolas, transformando sua propriedade na cidade de Itiruçu”.

E Gal continua: “A Micareta era a festa maior do município. Ela chegava a ser mais participativa que a do Padroeiro Santo Antonio. Itiruçu, como sempre hospitaleira, tinha de interessante os blocos, músicos, artistas. A cidade vivia em glória nessa época. Foi substituída pela Festa de São Pedro. Itiruçu resolveu optar por uma só festa, sendo aquela que se caracterizava mais com o município.

A micareta eu não lembro quando começou. Artur Padeiro foi um dos pioneiros dos Cordões, depois foi Jonas, Silvério Fernandes e Mestre Gracindo dos Santos, por gostarem de festas. Asterino foi responsável por um bloco: todos trajados de mulher. Foi o primeiro bloco assim. Trouxe a idéia de Nazaré das Farinhas. Eu fiz parte.

Os ritmos na época era marcha, samba. O conjunto com saxofone, trombone, clarineta. Músicas como Chiquita Bacana e outras antigas. O trajeto era percorrendo as ruas. Tinha todo tipo de fantasia, desde homens vestido de mulher. Os Cordão fazia fila em dois e tinha as porta-estandartes. A cidade nesses dias vivia a festa e os que não brincavam participavam recebendo os hóspedes. Crianças e adolescentes muito pouco. Não participavam. Eu mesmo entrei com 15 anos porque minha mãe pediu a Artur Padeiro, sendo que ele mesmo trazia na porta de casa dos nossos pais. Antes da meia-noite tínhamos de estar em casa”.

E sobre a importância dessas manifestações, Gal fala: “Houve uma divulgação do município, passando a ser conhecido (como hoje é o São Pedro). Itiruçu se vive dos períodos de 35 à 50, a fase da readaptação. A partir dos anos 50, chegou na Colônia Batéia os italianos, fazendo ter um crescimento no nosso município, trazendo consigo a vontade e necessidade de trabalhar e aqui desenvolveram uma cultura que era apenas de subsistência e cujo trabalho foi com determinação. Três anos depois o jornal de maior circulação em nosso estado, A Tarde, dizia que Itiruçu era o maior produtor de hortifrutigranjeiros do Estado da Bahia, nos dando assim uma posição de destaque no cenário político e econômico no Estado da Bahia. Alinhando-se à nossa gente que passou a produzir, com esse entrelaçamento vem tudo, até os dias de hoje, gerando esse crescimento”.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

MIGUELZINHO, DONA NEM DOS CORREIOS, LELÉU E O VASCO DA GAMA

Miguelzinho é um tiriricano que mora em São Paulo e é leitor assíduo do Fazenda Tiririca.
Desportista exemplar, quando aqui morava, como prova esta foto junto com Gal Pires e Gilson de Gérson, mandou-nos dois comentários que transcrevo neste espaço:

Sou filho desta terra amada, sou filho de D.Nina , filha de D. Nem fundadora dos Correios,sou Neto de João Brandão, dono e fundador de Itiruçu, trabalhei no Telégrafo da minha cidade,Onde fiz parte do futebol e Voleibol. Parabenizo ao Jovino pela criação deste tão querido Blog. Abraços aos conterrãneos. Miguel Peixoto.
Quantas saudades de Leleu, que era meu irmão de LEITE, e chamavamos a SUA MÃE, Mamãe MOÇA, assistiamos na Radio Mayrik Veiga ao futebol, e vibravamos com o nosso VASCO DA GAMA.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Zé Veneno e Dinha Nade

Zé Veneno tinha uma efe quatro mil (F-4000, caminhão da Ford) e fazia fretes. Antes da F-4000 ele tinha uma Kombi, também para fretes. Nesta Kombi ele transportou muitas vezes a banda jequieense Embalo 4, na qual tocava o tiriricano Orlando de seu Juquinha o melhor contrabaixista eletrônico do Brasil (atenção! Isto não é nenhuma mentira).
O Embalo 4 era (e, parece, ainda é de Tonhe Gatinha). Os músicos do conjunto adoravam Zé Veneno. Naquela época banda se chamava conjunto. E as festas eram em ambientes fechados como todos os tiriricanos sabem. Aqui em Tiririca tínhamos a Sociedade Lítero Recreativa de Itiruçu, conhecida por todos como "o Clube”. Não é como hoje em ambientes abertos com milhares de pessoas.
Tínhamos aqui o The Jet´s, conjunto formado por Almir Serra, Orlando, Black Charles e Jocéli - estes dois útimos, já falecidos, eram de Jequié. Em um dos primeiros escritos do Fazenda Tiririca fiz comentário e postei uma foto do nosso grande conjunto de rock.
Nos clubes apenas um conjunto tocava a noite toda. Começava às 11 da noite e terminava às cinco da madrugada.
Na época do Embalo 4 fazia sucesso uma música de Zé Ramalho, Frevo Mulher, em que um trecho dizia:

"veneno meu companheiro"
"desata no cantador"

Que o conjunto trocou para

" Zé Veneno companheiro"
" desata no cantador"

Era uma forma de homenagear o companheiro de jornadas.
Mas voltemos ao efe quatro mil.
Numa das viagens à Jequié para levar tomates, Zé Veneno foi à casa de Dinha Nade, de quem gostava muito. Afeição recíproca.
Na despedida, disse-lhe Dinha Nade:



- Vai com Deus Zé Veneno!

E ele responde, sempre brincalhão, sem nenhum sentido ofensivo:



- Ou Dinha Nade, a boléia já tá cheia, acho que não cabe Ele mais não!

A (primeira) Morte de Zé Veneno

Zé Veneno, um Tiriricano que veio de Itapetinga, conquistou inúmeros amigos aqui na terra. Era filho de Zé Lago, agricultor, que veio morar aqui quando comprou o Lote de Dr. Régis na Colônia.
Bem humorado gostava das brincadeiras, piadas e pegadinhas do nosso povo. Obviamente era bom de copo. Gostava de uma branquinha (cachacinha) como poucos. Registre-se que este (mau) hábito acabou por levá-lo para mais perto de Deus ainda jovem.
Se incorporou e se integrou à comunidade rapidamente.
Morava no Itiruçuzinho quando astuciou com Bacalhau, (ou 'Bacaiau' no tiririquês), a sua própria morte. De brincadeira.
Numa dessas tardes calorentas, sem ter o que fazer, propôs a simulação, armando um cenário teatral. Pôs a cama na única sala da pequena casa, deitou-se e fechou os olhos como um defunto verdadeiro. Coube a Bacaiau espalhar a notícia, saindo de casa espavorido, gritando à todos os pulmões:

- Morreu Zé Veneno!
- Zé Veneno morreu!

Imediatamente acorreram ao domicilio uma multidão de curiosos e solidários tiriricanos da vizinhança.
Alguns presentes, olhando para o catre onde se encontrava o de cujos, começaram logo a elogiar o "defunto", como é praxe na avaliação dos mortos, descrevendo as suas qualidades, do tipo:

- Tão jovem e tão bom. Que pena morrer!
- Ainda tinha muito o que fazer na vida. Ajudar os necessitados, com sempre fez!
- Um bom filho!

Depois de ouvir estes e outros elogios Zé Veneno não se conteve. Não se "guentou", como se diz por aqui. Levantou de vez, com uma tremenda gargalhada, gritando:

- Redobra! Redobra! (Termo muito usado na época que não queria dizer exatamente nada).

A multidão surpresa, em pânico, fugiu como uma manada estourada, com medo.
Diz que teve grávida que abortou com o choque.
Mais recentemente Zé Veneno morreu de verdade. Uma pena. Uma grande perda para o bom humor.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

CELENE BRANDÃO, SUA FAMÍLIA E SEUS AMIGOS DE TIRIRICA

Celene Brandão, bisneta de João Brandão fundador de Tiririca, adora a sua terra. Domiciliada a muito tempo em Salvador, adquiriu uma casa de férias aqui e sempre está presente na boa terra. É leitora do blog e mandou o email, que segue, com as fotos ilustrativas. Esperamos de outros patrícios contribuição idêntica.


Jovino.



Anexo algumas fotos para inclusão no Blog Fazenda Tiririca.


1 - Foto - Edite Souza Brandão ( Nenzinha )- Bordadeira da elite de Itiruçu, toalhas de rexilier da igreja de sto antonio e diversos enxovais de casamento e nascimento.


2- Foto - Aristoteles Oliveira Brandão ( Tote ) - Comerciante e neto de João Brandão Fundador de Itiruçu.


3 - Foto - Passeio no morro grande da juventude de Itiruçu nos anos 60 - Cleuza Pires, Julival Pires, Rosano Di Girolamo,Celia Brandão Helenise Brandão, Rita Brandão, a pequena Celene Brandão.


4 - Foto - Deslife aniversário da cidade no ano 64 - Antonio Pedral , Rui Souza , Celia Brandão, Geni Souza ,Helenise Brandão , Iracema Catunda .

Obs:Estamos em busca de outras fotos para podermos abrilhantar mais nosso blog.


Abraços,


Celene

I ENCONTRO DOS FILHOS DA TIRIRICA EM SALVADOR SERÁ DIA 29 DE MAIO

A comissão organizadora do I ENCONTRO DOS FILHOS DA TIRIRICA manda-nos o e-mail abaixo, que serve de aviso a todos os tiriricanos do planeta:

Aos gestores dos blogs,
Gostaríamos de informar-lhes que a 2ª reunião da comissão organizadora ocorreu em Itiruçu, no dia 03/04 e contou com a presença de vários conterrâneos, que enriqueceram a proposta do evento com muitas sugestões. Principais deliberações da pauta:

Data do encontro: 29/05/2010
Local: Será definido de acordo com o número de pessoas que participarão. Ficou decidido que será em local fechado, por causa da possibilidade de chuvas na época e alguns nomes de restaurantes foram cogitados, tais como: Tourão Grill, Restaurante Cangaço e Santíssima Bahia.

O nome do evento: Mudou para “1º Encontro dos Filhos da Tiririca”

Marcos importantes: Fechar a lista de participantes até 30/04/2010, fechar o espaço até 15/05 e divulgar aos participantes.

Em caso de dúvidas, os contatos são:

Judiney (de Newton Dias): judiney.dias@hotmail.com
Marluce (de Rhôde): moguarda@yahoo.com.br
Newdith (de Newton Dias): newdith@hotmail.com
Rita Ribeiro (de Léleu): ritaribeirorodrigues@gmail.com
Rita Viana (de Léo de Fortunato): ritaviana@uol.com.br

Agradecemos a todos pela divulgação do encontro e em especial aos irmãos Jovino e Simone Nunes (fizeram falta na reunião) que nos enviaram uma lista de pessoas que vivem em Salvador com endereço e telefone para contato, muito obrigada!

Ats,

Comissão Organizadora.

PS.: Atenção Scaldaferri não vá faltar. Com Zete, é claro.

domingo, 11 de abril de 2010

SURPRESA NA CONVOCAÇÃO SELEÇÃO DE TIRIRICA

Tiririca sempre teve boas equipes de futebol. Formavam-se seleções para disputas com os municípios da região, como esta que aparece nesta foto.

A supresa no time comandado pelo técnico Asterino



com craques como Dica de Alfredo no gol, Gal Pires na zaga e Gilson de Gérson na ponta esquerda



foi a presença de Djalma Lemos entre os convocados.

OS PRESIDENTES DA CÂMARA MUNICIPAL

A Câmara Municipal fez uma galeria de quadros dos presidentes da Casa. As obras de arte foram pintadas por Félix Sampaio.
As fotos flagram o dia da festa da inauguração, com a presença do povo.
Aínda com a faixa cobrindo os quadros, a expectativa do sargento Antonio Carlos, Machadão, Félix (de rabo de cavalo), Ailton Cezarino, Tito La Macchia e João Cerqueira. 

Agora já descerrada a faixa que cobria os quadros

IGREJA SEM A TORRE

A Igreja de Santo Antonio passou por várias reformas. A primeira foi demolida por risco de desabamento. A atual, teve sua versão inicial sem a torre que foi construída posteriormente. A construção à posteriori deveu-se a falta de recursos financeiros.


Embora a Igreja fosse nova, o povo de Tiririca aproveitou a velha imagem do santo. Tínhamos, afinal, Félix Sampaio, o nosso maior escultor, para restaurá-la.


PERSONALIDADES TIRIRICANAS (na Rua da Lancha)

Nos anos 1960 o nosso maior fotógrafo, Paulo Borges, fazia imagens para a posteridade.


Em pé: os irmãos Antonio e Edísio, Elmano, Plínio Nery e Cosinho. Sentados: Zé Brotense e Louri de Filomena.

MICARETA DE 1982


Em postagens passadas mostramos cenas das micaretas dos anos 1960. As mais recentes foram também muito animadas. Folião de Tiririca é alegre em qualquer época, como provam estas fotos de 1982.

Destacados participantes do Bloco 51, (aquela mesma, a pinga): Guiguio, Silvana e Rita (filhas de Dona Cármem), Zelita (de Plínio Nery) Cláudio de Machadão e Roseana de Djalma Lemos.
Não foi possível identificar a pessoa de óculos à esquerda.

Aqui o bloco inteiro desfilando na praça. As casas de seu Gustavo Andrade, na esquina. Adiante as casas de Iozinho Teixeira, Nilton Dias e Tote Teixeira.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

AGRICULTURA FAMILIAR

A agricultura em Tiririca é majoritariamente familiar. Em 1976 uma exposição mostrou o que produzimos, numa parceria da Prefeitura, Ginásio Agrícola e EMCERBA (antecessora da EBDA).

Na foto, Moacir, gerente do BANEB, de óculos e cabeça baixa, o  ex-prefeito de Jequié Landulfo Caribé ao lado de Pedrinho juntos de Israel Souza e Adroaldo. Ao fundo o Eng. Agrônomo Hélio Matias (de bigode).


Na foto abaixo Lola de seu Juquinha (irmão de Orlando), cabeludo, com óculos redondos à la John Lennon ao lado de Juracy Pires e Adroaldo examinam uma big abóbora.


SEMINÁRIO BRASILEIRO DE PRODUTORES DE CAFÉ

Tiririca com seu clima de altitude produz o melhor café arábica do Brasil.
No munípio temos a torrefação de Dona Concheta, o Café Tenisi, conhecido em toda a Bahia.
Em agosto de 1979 foi realizado, em Salvador, o I Seminário Brasileiro de Produtores de Café. Tiririca mandou uma equipe de produtores e técnicos para representá-la.

Genival Coutinho, Adroaldo, Jovino, Eugênio e Mario Ticha.

 Eugênio, Genival, Adroaldo, Jovino e Mario Ticha.



Adroaldo conversa com o Deputado Tom Legal (de barba).


Presente no evento o atual gerente do Banco do Nordeste de Jequié, Aries Barbosa dos Santos, (na foto, em segundo plano, de óculos com crachá redondo na camisa).


SEMANA SANTA

O povo de Tiririca é muito religioso e participa das comemorações próprias das épocas.


Dorival, João de Ascendino e Adroaldo
Vilberto, Irmão Vade, Tereza Santos e Didi Matos

terça-feira, 23 de março de 2010

PRIMEIRO TÍTULO BRASILEIRO DO E. C. BAHIA COMPLETA 50 ANOS

O primeiro campeonato brasileiro de futebol foi ganho pelo Esporte Clube Bahia: a I Taça Brasil de 1959.
 A disputa foi com o glorioso Santos Futebol Clube do Rei Pelé.


Com este título, o Bahia escreveu seu nome na história do futebol nacional, sendo a primeira grande conquista de uma equipe nordestina, além de garantir a disputa da Taça Libertadores do ano seguinte.
Esta partida foi a terceira e decisiva, já que no primeiro embate, o Esquadrão de Aço venceu o Peixe, por 3 x 2, em plena Vila Belmiro. Na segunda, o time de Pelé calou a Fonte Nova, vencendo por 2 x 0.
Em campo neutro, as duas equipes fizeram um inesquecível jogo no Maracanã, no qual o Tricolor venceu por 3 x 1, com gols de Vicente, Alencar e Léo.
Nesta histórica partida, o Tricolor baiano atuou com: Nadinho, Nenzinho, Henrique e Beto; Flávio e Vicente; Marito, Alencar, Léo, Mário e Biriba.
Um fato curioso da campanha do Bahia, nesta Taça Brasil é Efigênio Bahiense, o Geninho, foi o treinador durante toda a competição e após a derrota na Fonte Nova, por 2 x 0, o treinador que conduziu o time, na final no Maracanã, foi Carlos Volante.
 

(com texto e foto da Tribuna da Bahia)
 

segunda-feira, 22 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

MONE ENTREVISTA GILBETO GIL

A entrevista foi feita para o programa Panorama Rural.

A simpatia do ministro deixa a repórter tranquila, sorridente.

quinta-feira, 18 de março de 2010

NADINHO DA OFICINA

Tiririca perdeu um ótimo mecânico, em compensação, ganhou mais um agricultor. 
Nadinho
Com vários hectares na região da Provisão Nadinho está empenhado em implantar o pólo de produção de madeira. Está articulando com outros produtores e com o setor público, neste caso a Secretaria do Meio Ambiente.
romano Aqui o planejamento com o Engenheiro Florestal Rodrigo Mafei e o colega agricultor Romano D’Ângelo, para o plantio de eucaliptos.
refeição E aqui degustando a deliciosa canjica feita por Dona Zizinha.

terça-feira, 16 de março de 2010

ENCONTRO DOS FILHOS DE ITIRUÇU EM SALVADOR.

Atenção povo de Tiririca espalhado por este mundo de Meu Deus, para a carta que Rita mandou para o Blog:

Olá,


Eu sou Rita Ribeiro, sou de Itiruçu mas moro em Salvador, sempre que posso estou por ai. Sou filha de Léleu Ribeiro, sobrinha de João e Pedro Ribeiro.


Tem muita gente de Itiruçu vivendo aqui, então um grupo de amigos se reuniu e decidiu organizar um "Encontro dos Filhos de Itiruçu em Salvador" e ficou sob minha responsabilidade a divulgação do evento.


Gostaria de saber se podemos contar com vocês para divulgar as informações nos seus blogs. Pensamos até em criar um blog temporário, exclusivo para o evento, mas verificamos que os blogs FAZENDA TIRIRICA, OPA ITIRUÇU e ITIRUÇU NOTÍCIAS são bem acessados e seria um ótimo meio de comunicação, que atingiria com sucesso o público que desejamos.


Aguardo retorno para enviar o banner, obrigada.

Estou aguardando detalhes do encontro para divulgá-lo.
 

domingo, 14 de março de 2010

SOBRE A CASA DE ADOLFO ELIAS

Leitora mandou o seguinte comentário:

 
Muito linda essa casa!Se não estou enganada ,bem no alto estão as iniciais de Adolfo E LEOMAR,sua esposa.

Frequentei muito essa casa,qdo Iagil e Celina aí moravam.Boas lembranças.

Mais para frente tinha a casa de Tio Tote Brandão.Ainda existe?



Realmente estão grafadas as letras L e A, iniciais de Leomar e Adolfo. Não tinha percebido, e acho que pouca gente sabia disto.





Lamentavelmente a casa de seu Tote Brandão não existe mais. Foi substituída por outra construção.

*

PEDRINHO EM "A NUVEM" DE SEBASTIÃO NERY


O jornalista Sebastião Nery, lançou mais um livro: "A Nuvem".
Conta histórias políticas dos últimos 50 anos no Brasil. Sebastião, filho de Jaguaquara é um dos mais importantes jornalistas brasileiros.
Mais uma vez ele cita Pedrinho em seus livros. Desta vez trata-se do episódio de um comício realizado no ano de 1962, quando Sebastião foi candidato a deputado estadual (e ganhou). Ele fazia, como jornalista, oposição ao então governador Juracy Magalhães (1959-1963), no seu Jornal da Semana.
De passagem para Maracás pegou o seu amigo Pedrinho e levou no jipe para participar do comício. No palanque Sebastião criticou Juracy, coisa que não agradou aos udenistas locais, criando um tumulto que saiu até tiro. A história está no capitulo 23.
Sebastião Nery

Pedrinho

terça-feira, 9 de março de 2010

A casa do ex-prefeito Adolfo Elias

Antigas casas de Tiririca são belas por sua concepção arquitetônicas.
Assim é a residência do ex-prefeito Adolfo Elias de Andrade eleito em 1954 pela UDN, vencendo Raul Farias do PSD.

S5302352
Até pouco tempo atrás serviu como a Pousada Casarão do empresário Wilmar.

S5302353

S5302350 

ANIVERSÁRIO DE TIRIRICA EM 2006

Em primeiro de setembro de  dois mil e seis o pátio da prefeitura, foi mais uma vez palco para a solenidade de comemoração do 71º aniversário de emancipação política de Tiririca.
Ausente na foto o então prefeito Ailton Cezarino, estão presentes os ex-prefeitos Wagner, Machadão e Genival Coutinho.
No flagrante, também, dois ex-vices: Tereza Santos e Sinhô e a vereadora Nega. Todos, respeitosamente, assistem o hasteamento do Pavilhão Nacional e a execução do Hino Brasileiro.

ANIVERSÁRIO DE TIRIRICA EM 2005

O aniversário de Tiririca é uma oportunidade de reunir políticos.
Em dois mil e cinco reuniram-se no evento quatro ex-prefeitos: Pedro Leite, Machadão, Wagner Novaes e Genival Coutinho. Curiosamente não aparece na foto o prefeito da época Ailton Cezarino. Aparece um braço, de uma pessoa ao lado de Genival coutinho, que parece ser o braço de Ailton.
Presente à comemoração também o vereador (à época) Ivan Cerqueira.
A pose dos fotografados induz a ententer que era executado o Hino Nacional Brasileiro.